InícioCapítulo 1: Teoria dos Filamentos de Energia (V5.05)

Posição inicial:
Esta seção não contesta a narrativa “Big Bang–expansão cósmica–ΛCDM”. Delimitamos o escopo probatório. A exclusividade de tomar o desvio para o vermelho das galáxias como principal prova de que “o universo se expande” enfraqueceu. Na Teoria dos Fios de Energia (Energy Threads, EFT), o desvio pode surgir sem recorrer a uma expansão global e ainda assim permanecer coerente com observações-chave:

Seguimos na ordem: fonte (TPR)ao longo do caminho (PER)assinaturas observacionaiscompatibilidade relativísticarelação com a expansão (com discriminadores).


I. Por que a “tensão” pode mudar o “compasso” da luz

Pense no universo como um oceano de energia. Sua tensão global — calibrada pela densidade desse mar — funciona como uma superfície mais ou menos “esticada”:

A luz parte carregando o compasso da fonte. Quando a lemos no nosso compasso local, surge naturalmente um desvio aparente — mais vermelho ou mais azul.


II. Marca de origem: o local de emissão coloca a etiqueta (TPR)

O TPR diz respeito ao quociente de tempos nas extremidades:

Âncoras intuitivas: efeito de altitude em relógios atômicos, deslocamentos coletivos de linhas em potenciais profundos e curvas de luz “mais lentas” em campos extremos — variantes cotidianas ou astrofísicas dessa marca de origem.

Pontos-chave:


III. Ajuste em rota: um desvio ligado a um caminho que evolui (PER)

O PER trata de o que muda durante a viagem — a mera estrutura não basta; ela precisa evoluir enquanto a luz passa:

Cenários típicos:

Pontos-chave:


IV. O que diz o desvio total: por que três “provas fortes” não são exclusivas da expansão

Estas observações só “veem” o desvio total, não a sua origem específica:

Conclusão: atribuir essas três assinaturas exclusivamente à expansão já não é seguro; na EFT elas decorrem naturalmente do desvio total (TPR + PER).


V. Consistência com a relatividade (sem conflito)

Invariantes locais se mantêm; comparações entre domínios podem variar:


VI. Relação com a narrativa de expansão (por que o desvio não é prova única)

A chave é a substituibilidade. Historicamente, o estiramento de supernovas, a lei de Tolman e a acromaticidade espectral foram tomados como provas fortes do desvio por expansão. Na EFT, se a propagação é sem colisões e sem viés cromático, essas assinaturas decorrem de TPR, de PER ou da soma de ambos. Portanto, o desvio sozinho não pode provar de forma única uma expansão global; adotar a narrativa “expansão” requer testes discriminantes conjuntos.

“História do desvio = história do compasso”:

  1. Sentido: ao comparar luz de épocas distintas sob um mesmo compasso de observação, a evolução aparente do desvio expressa como a tensão global — governada pela densidade do mar de energia — mudou no tempo: uma história do compasso.
  2. Papéis: TPR fixa a linha de base pelo quociente de tempos fonte–observador; PER fornece microajuste acromático quando as estruturas evoluem.
  3. Mapeamento observacional: estiramento temporal, escurecimento de Tolman e preservação de formas espectrais refletem um recalibrar unificado do compasso (com possível microajuste lento), sem vínculo unívoco com expansão métrica.

Discriminadores frente à “versão puramente expansiva” (testes falseáveis):

  1. Deriva do desvio (medidas de base muito longa no mesmo objeto):
    • Expansão: curva específica com trocas de sinal/viradas conforme z.
    • TPR: tendência monótona guiada pela taxa local de mudança do compasso.
      Observações de longo prazo podem distingui-las.
  2. Mínimo do diâmetro angular vs. desvio:
    • Expansão: mínimo em z específico.
    • TPR: mínimo definido pela história do compasso, potencialmente deslocado.
  3. Sirenes padrão (ondas gravitacionais) + padrões de frequência absolutos:
    Se calibrarmos separadamente os compassos da fonte e do observador, o quociente de tempos torna-se mensurável; desvios sistemáticos das “distâncias de expansão” favorecem TPR.
  4. Acromaticidade em todo o espectro:
    Estiramentos fortemente dependentes da frequência ou “caudas de dispersão” contradizem o esquema TPR + propagação sem colisões; acromaticidade estrita e persistente favorece a leitura de história do compasso.

VII. Como detectar o PER nos dados (sinais de discriminação)


VIII. Em resumo


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Atribuição (sugerida): Autor: 屠广林|Obra: «Teoria do filamento de energia»|Fonte: energyfilament.org|Licença: CC BY 4.0
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Informações de versão: Primeira publicação: 2025-11-11 | Versão atual: v6.0+5.05