InícioCapítulo 5: Partículas microscópicas (V5.05)

Introdução:
Na Teoria dos Fios de Energia (EFT), força não é “mão invisível” e campo não é abstração fora da matéria. Força é a deriva líquida e a pressão de reconfiguração que estruturas sentem ao mover-se sobre um mapa de tensão continuamente reescrito. Campo é esse mapa: a distribuição de tensões no mar de energia (Energy Sea) e as texturas de orientação que o organizam. Os fios de energia (Energy Threads) fornecem matéria e estrutura; o mar de energia fornece propagação e guia. Assim, o campo elétrico é a extensão espacial de uma textura de orientação de campo próximo; o campo magnético é a recirculação azimutal gerada quando essa textura é arrastada por movimento ou spin; a gravidade é um relevo atrator isotrópico após média temporal; e as interações fraca e forte emergem de canais de reconexão e faixas de ligação multifiadas.


I. Quatro frases para fixar os conceitos


II. Como os campos se formam — e como são atualizados

Analogia: uma topografia de tensão. Amontoar terra → poço de guia (gravidade); pentear a grama numa direção → domínio de orientação (elétrico); correr na pista → redemoinhos (faixas magnéticas). A edição nasce na fonte e avança para fora no limite local.


III. Onde colocar as quatro interações conhecidas no mapa

Não precisamos de quatro campos independentes: tudo emerge do mesmo substrato — tensão do mar e organização dos fios — vistos sob geometrias, orientações e janelas dinâmicas distintas.


IV. Origem microscópica da força: quatro micro-ações visíveis

A força macroscópica é a soma vetorial dessas micro-ações.


V. Superposição e não linearidade: quando vale o linear, quando não

Com flutuações pequenas, orientação fraca e longe da saturação, a superposição linear funciona: várias lombas pequenas ainda revelam a rota principal.
Com flutuações grandes, quase saturação ou faixas espremidas, o mar deixa de ser “elástico infinito” e a superposição falha. Exemplos: saturação magnética, pinçamento óptico em regiões de guia e disparo de camadas de apantallamento em campos fortes. Nesses casos, descrevemos o reordenamento global do mapa, não a soma de fontes isoladas.


VI. Limite de velocidade e coordenação perto–longe: causalidade com sincronia

A atualização do mapa obedece ao limite local de propagação: revezamento célula a célula, sem mensagens superluminais.
Mesmo assim, regiões fortemente acopladas compartilham geometria e restrições; ao mudar fronteiras ou fontes, respondem quase ao mesmo tempo por satisfazerem a mesma condição. A sincronia aparente nasce de restrições comuns, não de sinais acima do limite.


VII. Trabalho e balanço de energia: força não cria trabalho do nada

Descer rampa converte tensão armazenada do mapa em energia cinética; subir restaura o trabalho em potencial de tensão. O mesmo balanço explica aceleração elétrica, guia magnético e a abertura/fechamento de canais forte/fraco.
Pressão de radiação e recuo também resultam da edição do mapa: ao emitir pacote de onda de tensão, o mar abre pista e depois repreenche; a estrutura recebe empuxo de reação. Energia e momento se trocam claramente entre fios e mar.


VIII. Meios e fronteiras: condutores, isolantes, dielétricos e materiais magnéticos


IX. Ler o mapa nos dados: quatro eixos de diagnóstico

Cruzar os quatro indícios é mais robusto do que olhar um só.


X. Em resumo

Campo é o mapa de estado do mar de energia — tensão + orientação —; força é a deriva e o custo de vencer resistência nesse mapa. Gravidade nasce de poços e rampas; eletricidade, de polarização direcional; magnetismo, de faixas de recirculação azimutal; fraca/forte, de reconexão e faixas de ligação.
As edições do mapa propagam-se no limite local, mantendo causalidade; restrições comuns geram respostas quase simultâneas sem violar o limite. A superposição linear vale em sinal pequeno; campos fortes são não lineares. Energia e momento circulam entre fios e mar: o trabalho não surge do nada. Nessa ótica, forças e campos compartilham a mesma raiz da seção anterior: propriedades e mapas emergem da estrutura, não são impostos de fora.


Direitos autorais e licença: Salvo indicação em contrário, os direitos autorais de «Teoria do filamento de energia» (inclui texto, gráficos, ilustrações, símbolos e fórmulas) pertencem ao autor (屠广林).
Licença (CC BY 4.0): Com atribuição ao autor e à fonte, é permitido copiar, republicar, extrair trechos, adaptar e redistribuir.
Atribuição (sugerida): Autor: 屠广林|Obra: «Teoria do filamento de energia»|Fonte: energyfilament.org|Licença: CC BY 4.0
Chamada para verificação: Autor independente e autofinanciado—sem empregador e sem patrocínio. Próxima etapa: priorizar, sem limite de países, ambientes abertos a discussão pública, reprodução pública e crítica pública. Mídia e pares no mundo todo: organizem verificações nesta janela e entrem em contato conosco.
Informações de versão: Primeira publicação: 2025-11-11 | Versão atual: v6.0+5.05