InícioCapítulo 4: Buracos negros (V5.05)

  1. Um buraco negro pode “engolir” uma galáxia inteira?
    Não. Mesmo “faminto”, depende de suprimento escasso e de acreção ineficiente; boa parte do gás aquecido retorna como ventos e jatos.
    Palavras-chave: controle pela “pele” de tensão; repartição de energia entre três rotas de escape.
    Veja também: 4.1, 4.7, 4.8
  2. Nosso Sistema Solar corre risco?
    Extremamente improvável. Nas distâncias usuais, o puxão que guia é muito menor que a gravidade do Sol, e marés são desprezíveis.
    Palavras-chave: alcance do relevo de tensão; regime de campo fraco.
    Veja também: 4.1, 4.3, 4.9
  3. O que acontece se nos aproximarmos de um buraco negro?
    O tempo dilata, a luz se curva fortemente e as marés esticam ou comprimem; além de certo ponto, não há retorno.
    Palavras-chave: comparar a velocidade mínima de saída com o teto local; tração do gradiente de tensão.
    Veja também: 4.2, 4.3
  4. Como ficam o paradoxo da informação e o “muro de fogo”?
    A borda não é uma linha lisa: é uma pele que “respira”. A energia sai por portas; os registros se preservam e se diluem estatisticamente; não é preciso um muro rígido.
    Palavras-chave: banda crítica dinâmica; fronteira fiel por estatística.
    Veja também: 4.2, 4.7, 4.9
  5. É possível viajar no tempo ou cruzar buracos de minhoca?
    Não há suporte. Em nenhum lugar os sinais superam o teto local de propagação, e buracos de minhoca estáveis e transitáveis não aparecem como viáveis neste quadro.
    Palavras-chave: teto local coerente; causalidade preservada.
    Veja também: 4.2, 4.9
  6. O que as imagens do Telescópio do Horizonte de Eventos mostram de fato?
    O anel brilhante próximo à sombra, subanéis internos mais tênues, setores brilhantes longevos e suas faixas de polarização associadas.
    Palavras-chave: imagem por acumulação de trajetórias rebatidas; estrias finas da pele de tensão.
    Veja também: 4.6
  7. O que são a “voz” e os ecos de um buraco negro?
    Não são ondas sonoras, e sim assinaturas temporais: degraus comuns e invólucros de eco — fortes no início, depois mais fracos, com intervalos crescentes.
    Palavras-chave: armazenamento/liberação tipo pistão na transição; impressão temporal da pele que respira.
    Veja também: 4.6, 4.10
  8. O que vem depois das ondas gravitacionais de uma fusão?
    A vizinhança do horizonte se remodela. Surgem ecos breves da pele; o rateio de carga se reequilibra; jatos e ventos de disco podem alternar a dominância.
    Palavras-chave: reequilíbrio após o disparo do limiar; concordância de múltiplas linhas.
    Veja também: 4.6, 4.7, 4.10
  9. Dá para extrair energia de um buraco negro?
    Em teoria sim; na prática é difícil. A natureza já exporta energia por jatos e ventos de disco; aproximar e transportar isso por engenharia humana é pouco factível.
    Palavras-chave: perfuração axial e faixas de borda; repartição por menor resistência.
    Veja também: 4.7, 4.10
  10. A radiação de Hawking é observável?
    Não para massas astrofísicas: a temperatura é muito baixa hoje. Só buracos negros primordiais muito leves — se existirem — poderiam se destacar.
    Palavras-chave: detectabilidade vs. orçamento energético; fundos de sinal fraco.
    Veja também: 4.1, 4.10
  11. Como os buracos negros crescem tanto?
    Em épocas de alto suprimento, jatos vivem mais, faixas de borda se expandem e reproces­samento e acreção andam juntos, elevando a massa de modo contínuo.
    Palavras-chave: três canais coexistentes; efeito de escala molda o “temperamento”.
    Veja também: 4.7, 4.8; ver também 3.8
  12. Como buracos negros e galáxias coevoluem?
    Ventos de disco aquecem e rarefazem gás; jatos “aram” direcionalmente; a formação estelar é regulada; forma galáctica e saída de energia se esculpem mutuamente.
    Palavras-chave: retroalimentação guiada por tensão; outflows amplos e reproces­samento.
    Veja também: 4.7, 4.8
  13. Quão fiéis são os buracos negros do cinema?
    Alguns planos acertam a curvatura da luz e a dilatação do tempo; outros ignoram o anel, detalhes de polarização e a complexidade do rateio energético.
    Palavras-chave: anel principal e subanéis; setores brilhantes; integração jatos–vento de disco.
    Veja também: 4.6, 4.7
  14. Um telescópio amador consegue “ver” um buraco negro?
    Não o objeto em si. Dá para registrar a galáxia hospedeira e jatos em grande escala, e “ouvir” o tempo com dados públicos para seguir ecos e degraus.
    Palavras-chave: leitura pública de impressões de imagem e de tempo.
    Veja também: 4.6, 4.10

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Atribuição (sugerida): Autor: 屠广林|Obra: «Teoria do filamento de energia»|Fonte: energyfilament.org|Licença: CC BY 4.0
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Informações de versão: Primeira publicação: 2025-11-11 | Versão atual: v6.0+5.05