I. Fenômeno e impasse


II. Mecanismo proposto: sinergia de estrutura tensional

1. Corredores e cristas definem o eixo preferencial

2. Por que a polarização se alinha

3. Coerência não local sem “comunicação à distância”

4. Estabilidade temporal


III. Analogia

Como um campo de trigo sob um vento dominante: cada espiga responde ao vento e ao relevo locais, porém a “faixa de vento” compartilhada imprime, à distância, uma textura comum. Os corredores e cristas tensionais são essa faixa; os ângulos de polarização desenham o padrão “penteado”.


IV. Comparação com abordagens tradicionais


V. Conclusão

Ao recolocar o alinhamento de polarização, a orientação de jatos e a geometria fibrosa da teia cósmica no mesmo mapa tensional, a coerência à distância deixa de ser enigma e passa a ser o desfecho esperado — co-mapeado — de meio, geometria e radiação.