Início / Capítulo 2: Evidência de Consistência (V5.05)
Propósito. Reunimos evidências fortes, reprodutíveis e de épocas distintas, todas em regiões de vácuo com campos, geometrias, fronteiras ou acionamentos controlados, para esclarecer quatro pontos:
- O universo não é “geometria vazia”, mas uma mar de energia que pode tensionar, relaxar e ser remodelada por bordas e acionamentos.
- Nessa mar surgem estruturas organizadas — pacotes de onda e “fios” — que se dissolvem quando as condições cessam.
- Muitas partículas instáveis generalizadas (GUP), durante a vida, exercem tração estatística no meio, percebida como gravidade tensorial estatística (STG); ao se decomporem ou se aniquilarem, injetam pacotes largos e pouco coerentes, isto é, ruído tensorial local (TBN).
- Mar e Fios se interconvertem, unificando partícula, pacote e meio.
Escopo. Listamos apenas “provas duras” observadas em vácuo, sem alvo material: campos, geometrias, fronteiras ou acionamentos bastam para fazer aparecer forças, radiação/perturbações e pares reais de partículas.
I. Teses a verificar
- C1 | Existência de um meio tipo mar: em vácuo, medidas mudam de forma sistemática quando ajustamos apenas bordas/geometria/acionamento/campos.
- C2 | Interconversão mar↔fios: em densidade e tensão adequadas, extraem-se estruturas/“pacotes” da mar; ao retirar as condições, retornam.
- C3 | Partículas instáveis → gravidade tensorial estatística: populações numerosas geram, durante a vida, tração estatística que aparece como fundo liso.
- C4 | Decomposição/aniquilação → ruído tensorial local: estruturas transitórias, ao desaparecer, injetam pacotes largos e pouco coerentes, compondo um ruído difuso e persistente.
- C5 | Fios estabilizados (partículas estáveis): em janelas de limiar/fechamento/baixa perda, fios se “congelam” em estruturas estáveis que carregam atributos de partícula.
Nota: As evidências abaixo consolidam C1/C2 e, por meio de limiares “energia → matéria”, tocam a base física de C5. As aparições cosmológicas de C3/C4 são desenvolvidas em 2.2–2.4.
II. Evidências-núcleo: vácuo + campo/fronteira/acionamento (V1–V6)
- Forças que “surgem do nada” (no vácuo)
- V1 | desde 1997 | Força de Casimir
O que se fez: em alto vácuo variou-se apenas a separação/geometria de duas placas condutoras neutras.
O que se viu: apareceu atração mensurável, seguindo leis fixas de distância e geometria.
O que implica: sem alvo material nem transporte de partículas, condições de contorno reescrevem a densidade modal EM do vácuo e geram força medível no vão. → C1
- Energia/luz/perturbações que emergem no vácuo
- V2 | 2011 | Efeito Casimir dinâmico
O que se fez: circuito supercondutor modulou rapidamente um espelho efetivo em cavidade a vácuo.
O que se viu: sem fonte óptica clássica, detectaram-se fótons em pares, com impressões quânticas (compressão bimodal).
O que implica: fronteiras/acionamento extraem flutuações do vácuo em pacotes detectáveis; a energia vem do acionamento, e a “geração de luz” ocorre no vácuo. → C1/C2 - V3 | desde 2017 | Espalhamento elástico luz–luz (γγ→γγ)
O que se fez: em colisões ultra-periféricas de íons pesados, dois campos fotônicos equivalentes se encontraram no vácuo.
O que se viu: espalhamento fóton–fóton observado com forte significância.
O que implica: em vácuo, campos EM interagem e redistribuem energia de modo detectável, sem alvo material. → C1
- Produção direta de partículas reais (no vácuo)
- V4 | 2021 | Breit–Wheeler (γγ→e⁺e⁻)
O que se fez: em condições UPC no RHIC/LHC, dois fótons equivalentes colidiram no vácuo.
O que se viu: pares e⁺e⁻ abundantes com ângulos e rendimentos compatíveis com a teoria.
O que implica: sem alvo material, energia de campo converte-se em pares carregados reais no vácuo (energia→matéria). → C1/C2 (toca C5) - V5 | 1997 | Breit–Wheeler não linear
O que se fez: QED de campo forte: um γ energético interagiu com laser intenso em região de sobreposição no vácuo.
O que se viu: produção multiphoton de pares e⁺e⁻ e assinaturas Compton não lineares.
O que implica: campo externo forte empurra pares virtuais acima do limiar e os torna detectáveis — no vácuo. → C1/C2 (toca C5) - V6 | 2022 | Trident: e⁻ → e⁻e⁺e⁻
O que se fez: feixe eletrônico de alta energia atravessou região de campo forte (cristal orientado/campo EM ultra-intenso), com a etapa de criação de pares ocorrendo em vácuo dominado por campo.
O que se viu: taxas totais e espectros diferenciais exibiram limiares e leis de escala em função do campo, em acordo com a teoria.
O que implica: o campo externo, sozinho, fornece energia para criar nova dupla carregada sem alvo material. → C1 (toca C5)
Extensões do mesmo patamar: canais mais pesados — γγ→μ⁺μ⁻, γγ→τ⁺τ⁻ e até γγ→W⁺W⁻ — vêm sendo confirmados no vácuo UPC, destacando o padrão universal “energia acima do limiar abre canais” em energia→matéria.
III. Relação com a teoria quântica de campos: recast compatível e mecanismo de meio
- A teoria quântica de campos fornece o arcabouço estatístico-computacional de amplitudes, operadores e propagadores.
- O panorama Mar e Fios acrescenta causalidade de meio: por que o vácuo é excitável, como surgem fios e aglomerados e como limiares “congelam” esses estados em partículas.
IV. Síntese
- A Mar existe e é plástica. Em vácuo, ajustar apenas fronteiras/campos gera forças, radiação/perturbações e pares reais—um meio contínuo excitável e reconfigurável.
- Mar ↔ Fios é reversível. Nas mesmas condições, extraem-se pacotes/estruturas lineares e, ao retirá-las, dissolvem; o fato é reprodutível.
- Limiar energia→matéria. Quando o aporte e as restrições (campos/bordas/geometrias/acionamento) superam limiares, estados tipo fio se fixam como partículas estáveis; abaixo disso permanecem instáveis, geram gravidade tensorial estatística em vida e injetam ruído tensorial local ao desaparecer.
Em resumo, as provas convergem para uma imagem unificada: a Mar como substrato físico, os Fios como unidades estruturais extraíveis e as partículas como fios fixados por limiar—o núcleo da coerência do panorama Mar e Fios.
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Atribuição (sugerida): Autor: 屠广林|Obra: «Teoria do filamento de energia»|Fonte: energyfilament.org|Licença: CC BY 4.0
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Informações de versão: Primeira publicação: 2025-11-11 | Versão atual: v6.0+5.05